Wilson Grassi Junior, 56 anos, nascido em São Paulo, é médico veterinário e empresário. Foi conselheiro da Anclivepa-SP, participou da implantação do primeiro hospital público veterinário para cães e gatos do país, no Tatuapé (SP), e fundou o projeto Ambientalistas, voltado a meio ambiente e causa animal. Disputou, sem êxito, deputado estadual (2006, PFL), deputado federal (2022, PV) e vereador de São Paulo (2024, PRTB); em 2026 encabeça a primeira chapa presidencial própria do Democrata (ex-PMB), tendo a presidente do partido, Suêd Haidar, como vice.
Principais propostas do programa
- 01Criar o Imposto Único Federal (IUF): substituir nove tributos federais (contribuição patronal sobre a folha, Cofins, CSLL, IPI, IOF, salário-educação, Cide, ITR e Sistema S) por um tributo de 2% sobre cada lançamento a débito e a crédito em conta bancária, via PEC no primeiro semestre.p. 8
- 02Elevar a isenção do Imposto de Renda da pessoa física para cinco salários mínimos (R$ 8.105 em 2026), com a tabela deslocada e o limite indexado ao mínimo; IRPJ cai de 34% para 25% com a extinção da CSLL.p. 9
- 03Articular plebiscito sobre a adoção de presídios federais de segurança máxima nos moldes de El Salvador para lideranças de facção, combinado com isolamento do comando e asfixia financeira do crime organizado.p. 23
- 04Emprego permanente das Forças Armadas na faixa de fronteira com poder de polícia (LC 97/1999), apoio à PEC 55/2023 (piso de 2% do PIB para Defesa) e piso do soldo não inferior ao salário mínimo.p. 50
- 05Saúde Única: programa nacional permanente de vigilância de zoonoses, veterinário nas equipes municipais de vigilância em saúde e cadastro nacional de infratores por maus-tratos a animais integrado à segurança pública.p. 26
- 06Portabilidade do aluguel para financiamento: quem comprova pagamento de aluguel tem acesso automático a financiamento habitacional com parcela equivalente e escolhe livremente o imóvel.p. 41
- 07Fila nacional única e pública por procedimento no SUS, com critério clínico de prioridade e posição consultável pelo próprio paciente.p. 34
Posições em 22 temas
10 conhecidas · 12 sem evidência
Cada posição traz o nível de evidência, a confiança e as fontes. Toque em “por que atribuímos” para ler a citação.
Economia e Estado
O governo federal deveria privatizar mais empresas estatais.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não fala em privatizar, conceder ou reestatizar empresas estatais (Correios, Petrobras, bancos públicos). Menciona apenas o uso do regime de autorização ferroviária pelo setor privado e a fiscalização de concessões já existentes, o que não permite classificar a posição. Não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
O governo deve cumprir um limite rígido de gastos públicos, mesmo que isso signifique investir menos em programas sociais.
Tende a concordarConfiança baixaPrograma de governo (TSE)
O programa declara que a aposta econômica é crescer 'reduzindo atrito, não expandindo gasto' e se compromete a anexar estimativa de impacto fiscal a todo projeto, condicionando novas carreiras a 'espaço fiscal'. Não cita o arcabouço fiscal nem defende cortes sociais, e ao mesmo tempo propõe novos gastos (Defesa a 2% do PIB, carreira de pesquisador), por isso a classificação é de tendência, com confiança moderada.
Por que atribuímos esta posição? · 3 fontes
Programa de governo
“A aposta econômica desta candidatura está declarada: crescer reduzindo atrito, não expandindo gasto.”
Programa de governo, página 7
Programa de governo
“todo projeto enviado ao Congresso irá acompanhado de estimativa de impacto orçamentário e financeiro, na forma que a Lei de Responsabilidade Fiscal exige.”
Programa de governo, página 4
Programa de governo
“Criar carreira é despesa obrigatória e continuada, e depende de espaço fiscal e de estimativa de impacto na forma da Lei de Responsabilidade Fiscal.”
Programa de governo, página 37
Pessoas muito ricas deveriam pagar mais impostos, por exemplo sobre lucros, dividendos ou grandes fortunas.
Tende a discordarConfiança médiaPrograma de governo (TSE)
A reforma tributária do programa reduz o Imposto de Renda para todas as faixas, inclusive as mais altas (quem ganha acima do limite 'também paga menos'), corta o IRPJ de 34% para 25% e extingue IOF e ITR, sem propor tributação de dividendos ou de grandes fortunas. O programa mantém a progressividade do IR e diz que 'quem movimenta mais paga mais' no imposto único, mas a direção geral é de redução da carga, não de aumento sobre os mais ricos.
Por que atribuímos esta posição? · 3 fontes
Programa de governo
“Quem ganha acima do limite também paga menos, porque o imposto passa a incidir só sobre a parte que ultrapassa os R$ 8.105,00.”
Programa de governo, página 16
Programa de governo
“Com a extinção da CSLL, cuja alíquota é de 9%, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica cai dos atuais 34% para 25%.”
Programa de governo, página 10
Programa de governo
“O Imposto de Renda continua existindo e continua progressivo: quem ganha mais continua pagando mais.”
Programa de governo, página 9
Uma reforma administrativa deveria acabar com a estabilidade no emprego para novos servidores públicos.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não trata de reforma administrativa nem da estabilidade de novos servidores. Propõe cobrança de prazos com efeitos disciplinares dentro da Lei 8.112/1990 e sobre gratificações e cargos comissionados, e ao mesmo tempo defende novos concursos e carreiras (serviço veterinário oficial, pessoal penal federal, pesquisadores). Como o tema central da afirmação não é abordado, a posição fica desconhecida.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
Trabalho e renda
A escala de trabalho 6x1 deveria acabar, com redução da jornada sem redução de salário.
Discorda totalmenteConfiança baixaReportagem citando o candidato
O programa não menciona a escala 6x1 nem a jornada de trabalho. Em entrevista de 1º de setembro de 2026, segundo reportagem do portal Brasil em Folhas, o candidato se posicionou contra o fim da escala 6x1. A confiança é limitada porque a fonte é um veículo pequeno e traz paráfrase, não a fala literal.
Por que atribuímos esta posição? · 1 fonte
Programas de transferência de renda como o Bolsa Família deveriam ser ampliados.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não menciona Bolsa Família, transferência de renda ou renda básica; fala apenas em cruzar bases de dados para reduzir fraude na 'concessão de benefício', sem propor ampliar ou reduzir programas. Não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
As regras trabalhistas deveriam ser flexibilizadas para reduzir custos de contratação, mesmo com menos garantias ao trabalhador.
Neutro ou ambíguoConfiança baixaPrograma de governo (TSE)
O programa enfrenta o custo de contratar, mas pelo caminho tributário (extinção da contribuição patronal sobre a folha), não por mudanças na CLT, e descreve o 'trabalho por aplicativo sem proteção nenhuma' como problema a resolver via formalização. Não propõe flexibilizar regras nem ampliar direitos, o que caracteriza posição ambígua em relação à afirmação.
Por que atribuímos esta posição? · 2 fontes
Programa de governo
“O resultado está na paisagem: informalidade, pejotização, terceirização defensiva, trabalho por aplicativo sem proteção nenhuma. Não é falta de vontade de contratar. É preço.”
Programa de governo, página 5
Programa de governo
“Substituída a contribuição patronal sobre a folha, contratar com carteira assinada deixa de ser a forma mais cara de organizar trabalho.”
Programa de governo, página 19
Segurança pública
O acesso da população a armas de fogo deveria ser facilitado.
Tende a discordarConfiança baixaPrograma de governo (TSE)
O programa não trata de posse e porte por cidadãos, mas propõe 'controle rigoroso da cadeia de armas e munições legais', argumentando que parte relevante das armas do crime começou legal. A menção é indireta e aponta para mais controle, não para facilitar o acesso, daí a tendência a discordar com confiança moderada.
Por que atribuímos esta posição? · 1 fonte
A maioridade penal deveria ser reduzida de 18 para 16 anos.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não menciona maioridade penal, adolescentes infratores ou medidas socioeducativas, e não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
Facções criminosas deveriam ser classificadas como organizações terroristas, com uso das Forças Armadas no combate a elas.
Tende a concordarConfiança médiaPrograma de governo (TSE)
O programa declara 'guerra ao crime organizado' e prevê emprego permanente das Forças Armadas na fronteira com poder de polícia, GLO com prazo e área definidos, apoio militar de inteligência às polícias e plebiscito sobre presídios de segurança máxima no modelo de El Salvador. Não propõe classificar facções como organizações terroristas e fixa limites explícitos ao papel dos militares, por isso a concordância é parcial.
Por que atribuímos esta posição? · 3 fontes
Programa de governo
“Emprego permanente das Forças Armadas na faixa de fronteira, com o poder de polícia da Lei Complementar nº 97/1999, dirigido ao tráfico de armas, drogas e ao contrabando.”
Programa de governo, página 50
Programa de governo
“Forças Armadas empregadas contra o crime organizado são instrumento de exceção controlada, não substituto permanente da polícia”
Programa de governo, página 51
Programa de governo
“se o Brasil quer adotar, para lideranças de facção e presos de altíssima periculosidade, um modelo de confinamento de segurança máxima nos moldes do que El Salvador implantou a partir de 2023.”
Programa de governo, página 23
O porte de drogas para uso pessoal deveria ser descriminalizado.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa fala em 'guerra ao tráfico' e em fechar a fronteira para armas e drogas, mas não trata do porte para uso pessoal nem de descriminalização; critica apenas prender 'o vendedor da esquina' sem atingir a estrutura. Não foram encontradas declarações do candidato sobre usuários ou maconha.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
Sociedade e direitos
O aborto deveria ser legalizado até determinada fase da gravidez.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não menciona aborto ou direitos reprodutivos, e não foram encontradas declarações do candidato. Há registros de imprensa de 2015 sobre a posição contrária do então PMB (hoje Democrata), mas não foi possível acessar o programa oficial atual do partido, por isso a posição fica desconhecida.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
As cotas raciais em universidades e concursos públicos deveriam ser mantidas ou ampliadas.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não menciona cotas, ações afirmativas ou reserva de vagas, e não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
O governo deveria acelerar a demarcação de terras indígenas.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não fala em demarcação nem em marco temporal. Trata de terras indígenas apenas para propor regulamentar a mineração nelas (art. 231, §3º da Constituição), com consulta prévia, participação econômica dos indígenas e licenciamento pleno, o que não permite classificar a posição sobre acelerar demarcações.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
Escolas públicas deveriam abordar diversidade de gênero e orientação sexual em sala de aula.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não menciona gênero, orientação sexual ou diversidade nas escolas, e não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
O governo federal deveria expandir o modelo de escolas cívico-militares.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não menciona escolas cívico-militares; em educação, trata de alfabetização, ensino técnico, educação física e carreira de pesquisador. Não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
Meio ambiente e energia
A exploração de petróleo na Margem Equatorial, na Foz do Amazonas, deveria ser autorizada.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não menciona Margem Equatorial, Foz do Amazonas ou exploração de petróleo; cita o pré-sal apenas como patrimônio a ser defendido. Não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
Quando proteção ambiental e expansão do agronegócio entram em conflito, a proteção ambiental deve ter prioridade.
Neutro ou ambíguoConfiança médiaPrograma de governo (TSE)
O programa rejeita a oposição entre ambiente e agro: diz que bem-estar animal e agronegócio 'não são campos opostos' e que o controle ambiental é exigência de mercado, não ideologia. Propõe combater o desmatamento ilegal com rastreabilidade, mas também licenciamento com prazo definido e abertura de debate sobre mineração em terra indígena, o que configura posição intermediária.
Por que atribuímos esta posição? · 3 fontes
Programa de governo
“Bem-estar animal e agronegócio não são campos opostos. São a mesma agenda vista do lado de quem compra.”
Programa de governo, página 32
Programa de governo
“E sem controle ambiental o Brasil perde mercado, não por pressão ideológica, mas por cláusula contratual de quem compra.”
Programa de governo, página 46
Programa de governo
“Licenciamento ambiental com prazo definido e análise técnica de qualidade. Demora não é rigor; costuma ser falta de gente.”
Programa de governo, página 47
Instituições e mundo
Ministros do STF deveriam ser escolhidos por eleição popular, e não indicados pelo presidente.
Tende a concordarConfiança baixaDeclaração ou ato do candidato
O candidato propõe um 'Supremo do Povo' formado por trabalhadores comuns, pedreiro, empregada doméstica, motorista, com mandatos de três a quatro anos, no lugar de juristas nomeados. Não diz como essas pessoas seriam escolhidas, então a defesa da eleição popular é provável, mas não explícita.
Por que atribuímos esta posição? · 2 fontes
Os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 deveriam receber anistia.
Concorda totalmenteConfiança baixaReportagem citando o candidato
O programa não menciona anistia nem o 8 de janeiro. Segundo reportagem do portal Brasil em Folhas sobre entrevista de 1º de setembro de 2026, o candidato defendeu 'anistia ampla, geral e irrestrita' aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. A fonte é um veículo pequeno e traz paráfrase, o que limita a confiança.
Por que atribuímos esta posição? · 1 fonte
O governo deveria regular as redes sociais e big techs, com obrigações de remoção de conteúdo ilegal e desinformação.
Sem posição conhecidaNenhuma evidência encontrada
O programa não trata de regulação de redes sociais ou big techs (fala apenas em cumprir a LGPD e reforçar a ANPD). O candidato chamou de 'censura' a suspensão de sua campanha digital pelo TSE, mas isso se refere à aplicação da lei eleitoral ao seu caso, não à regulação de plataformas, e não basta para classificar a posição.
Não encontramos evidência aceitável (programa, declaração do candidato ou posição do partido). Este tema não entra no cálculo para Wilson Grassi.
O Brasil deveria se aproximar mais dos Estados Unidos e se afastar do BRICS, grupo que inclui China e Rússia.
Neutro ou ambíguoConfiança médiaPrograma de governo (TSE)
O programa recusa deliberadamente uma doutrina de política externa e adota o critério 'o que o Brasil ganha' em cada negociação, sem 'simpatia por um bloco' nem 'alinhamento automático', definindo a posição em foros multilaterais caso a caso. É uma posição explicitamente neutra entre aproximar-se dos EUA e priorizar o BRICS.
Por que atribuímos esta posição? · 3 fontes
Programa de governo
“Posição brasileira em foro multilateral definida caso a caso, por conveniência nacional declarada, e não por alinhamento automático.”
Programa de governo, página 52
Programa de governo
“Este plano não traz doutrina de política externa, e a omissão é deliberada.”
Programa de governo, página 51
Programa de governo
“a simpatia por um bloco, não a fidelidade a um alinhamento herdado, não o desconforto de contrariar quem está do outro lado da mesa.”
Programa de governo, página 52
Nota da pesquisaCobertura de imprensa escassa: o programa (58 páginas) concentra-se em imposto único, desoneração da folha, segurança/Forças Armadas, Saúde Única, causa animal, habitação e Estado digital, e silencia sobre a maioria dos temas sociais (aborto, drogas, cotas, gênero, escolas cívico-militares, maioridade penal, demarcação, Margem Equatorial, Bolsa Família, 6x1, privatização, STF, anistia, redes). As poucas declarações do candidato vêm de entrevistas de 1º a 8 de setembro de 2026 (Poder360, Metrópoles, Blog do Amarildo, Brasil em Folhas); as posições sobre 6x1 e anistia vêm apenas de paráfrase do Brasil em Folhas (a Revista Oeste também noticiou, mas o site bloqueou o acesso). Contexto: em 30–31/08/2026 o ministro Dias Toffoli (TSE) suspendeu a campanha digital, os repasses do fundo eleitoral e a participação em debates por o candidato ter informado oito perfis de redes sociais 17 dias após o registro; em 02/09 a campanha foi liberada após protesto do candidato. O partido Democrata é o antigo PMB (renomeado em 02/12/2025), presidido por Suêd Haidar; reportagens de 2015–2016 descreviam o PMB como contrário à legalização do aborto e das drogas e à 'ideologia de gênero' nas escolas, mas não foi possível acessar o programa/estatuto oficial atual (TSE e site do partido bloquearam o acesso), e, por serem posições antigas e anteriores ao rebranding, não foram usadas como evidência de nível 4. A cota de buscas web da sessão se esgotou durante a pesquisa; buscas adicionais em vídeo (Poder Entrevista, 01/09/2026) poderiam revelar posições sobre armas, drogas, aborto e política externa.