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Escolas cívico-militares

O governo federal deveria expandir o modelo de escolas cívico-militares.

Entenda o tema

O programa federal de escolas cívico-militares, criado em 2019, levou militares da reserva para a gestão e a disciplina de escolas públicas, mantendo professores civis nas aulas; foi encerrado pelo governo federal em 2023, mas vários estados mantêm ou criaram programas próprios. Defensores citam disciplina, segurança e desempenho em avaliações; críticos citam o custo por aluno, a seleção de alunos e o papel de militares na educação.

Concordar significa

Favorável a expandir as escolas cívico-militares.

Discordar significa

Contra o modelo; prefere investir na escola pública civil.

O que cada candidato defende

Encontramos posição documentada de 9 dos 12 candidatos com candidatura deferida. Cada uma traz o resumo, a confiança da evidência e a fonte que a sustenta.

  1. Foto de Renan Santos
    Renan SantosMISSÃO14Concorda totalmenteConfiança alta

    O programa quer ampliar a competência da União para adotar o modelo de escolas "civis-militares" e transformar escolas em situação crítica nesse formato, citando El Salvador como exemplo. Descreve a militarização como medida "provisória" para conter a violência, mas propõe expandir o modelo pelo governo federal.

  2. Foto de Flávio Bolsonaro
    Flávio BolsonaroPL22Concorda totalmenteConfiança alta

    O programa promete explicitamente ampliar as Escolas Cívico-Militares, modelo criado no governo Bolsonaro, atribuindo a elas 'disciplina e bom desempenho'.

  3. Foto de Romeu Zema
    Romeu ZemaNOVO30Concorda totalmenteConfiança alta

    O programa inclui as escolas cívico-militares na agenda de 'pluralidade de modelos educacionais', a carta aos cristãos promete 'manutenção e expansão' do modelo, e como governador Zema lançou em 2025 consulta para converter 728 escolas estaduais de Minas em cívico-militares.

  4. Foto de Ronaldo Caiado
    Ronaldo CaiadoPSD55Tende a concordarConfiança média

    Como governador, Caiado ampliou a rede de colégios da Polícia Militar de Goiás (76 unidades) e, quando o governo Lula encerrou o programa federal, absorveu as escolas cívico-militares goianas dizendo que o modelo é eficiente e 'não muda nada'. O programa federal, porém, não traz proposta de expansão nacional do modelo.

  5. Foto de Augusto Cury
    Augusto CuryAVANTE70Tende a discordarConfiança baixa

    O programa não menciona escolas cívico-militares; sua resposta à indisciplina e violência escolar é a 'Revolução Pedagógica', com gestão da emoção, artes, oratória e esportes. Reportagem do O Globo comparando os candidatos registra que Cury não defende a militarização escolar. Tende a discordar, com evidência indireta.

  6. Foto de Lula
    LulaPT13Discorda totalmenteConfiança média

    O programa não menciona escolas cívico-militares e dá 'absoluta prioridade' à expansão da escola pública em tempo integral. Como presidente, Lula encerrou em julho de 2023 o programa federal de escolas cívico-militares (Pecim) criado no governo anterior, desmobilizando os militares das escolas; o documento-base da Conae, do MEC, defendeu a 'desmilitarização das escolas'.

  7. Foto de Hertz Dias
    Hertz DiasPSTU16Discorda totalmenteConfiança alta

    O programa diz 'Não à militarização das escolas' e descreve a militarização como 'projeto da burguesia para a juventude trabalhadora'. Propõe escola pública civil, com currículo elaborado pelos trabalhadores da educação.

    • programa Programa de governo, p. 12

      Não à militarização das escolas e a projetos de controle ideológico, como Escola Sem Partido!

    • programa Programa de governo, p. 12

      Por isso, o projeto da burguesia para a juventude trabalhadora é a militarização e a plataformização que condicione o aluno a uma realidade de opressão e exploração.

  8. Foto de Edmilson Costa
    Edmilson CostaPCB21Discorda totalmenteConfiança alta

    O programa propõe explicitamente o fim das escolas cívico-militares e defende uma educação laica, 100% pública.

  9. Foto de Rui Costa Pimenta
    Rui Costa PimentaPCO29Discorda totalmenteConfiança baixa

    Não encontramos declaração direta do candidato, mas o site oficial do PCO afirma que o partido 'defende o fim de qualquer política de militarização das escolas', e o programa pede gestão escolar eleita pela comunidade e o fim da 'ditadura nas escolas'.

  10. Foto de Clariana Barão
    Clariana BarãoDC27Sem posição conhecida

    O programa de educação foca em primeira infância, alfabetização, valorização do professor, tecnologia e ensino técnico; não menciona escolas cívico-militares. Em entrevista, ela prioriza creches, ensino em tempo integral e ensino técnico, sem citar o modelo militar.

  11. Foto de Wilson Grassi
    Wilson GrassiDEMOCRATA35Sem posição conhecida

    O programa não menciona escolas cívico-militares; em educação, trata de alfabetização, ensino técnico, educação física e carreira de pesquisador. Não foram encontradas declarações do candidato sobre o tema.

  12. Foto de Samara Martins
    Samara MartinsUP80Sem posição conhecida

    O programa não menciona escolas cívico-militares nem militarização das escolas, e não foi encontrada declaração da candidata ou posição oficial do partido sobre o tema nas fontes acessíveis.

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